CINE COACHING Maria Angélica

4 lições aprendidas com o filme Coach Carter: Treino para vida

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Nosso medo mais profundo – Marianne Williamsom

Nosso medo mais profundo não é que sejamos insuficientes.

Nosso medo mais profundo é que sejamos poderosos além da medida.
É nossa luz, e não nossa sombra
Que mais nos assusta.

Nós nos perguntamos
Quem sou eu para ser brilhante, maravilhoso, talentoso e fabuloso?
Na verdade, quem você é para não ser?
Você é um filho de Deus.

Se fingir pequeno
Não serve ao mundo.
Não há nada de luminoso em se diminuir
para que os outros não se sintam inseguros ao seu redor.

Todos nascemos para brilhar,
Como as crianças fazem.
Nós nascemos para manifestar
A  glória de Deus que há dentro de nós.

Não é em apenas alguns de nós;
É em todos.

E conforme deixamos nossa própria luz brilhar,
inconscientemente, damos permissão aos outros para fazer o mesmo.
Conforme nos libertamos de nosso medo,
nossa presença automaticamente liberta os demais.


Este poema foi adaptado e declamado em uma das cenas do filme que você pode assistir logo abaixo.

O filme conta parte da biografia de Ken Carter. Carter jogou basquete para os Oilers High School de Richmond, de 1973 a 1977, e manteve vários recordes no tempo de colégio.

Após vários anos, ele é convidado para assumir o cargo de treinador do time de basquete de Richmond.Carter investiu em sua comunidade de origem, abrindo uma loja de artigos esportivos, era casado e com um filho na idade de colégio, Carter estava satisfeito com sua vida e realizações, mas olhou além e aceitou o desafio, em 1997 começou a treinar o time de basquete de Rickmond.

O time de Richmond passava por muitas derrotas nos jogos, as causas de tantas derrotas eram inúmeras, desde a falta de habilidade dos jogadores, até indisciplina, agressividade, insubordinação, indiferença dos alunos. Tudo isso no contexto de uma comunidade com problemas sociais, trafico de drogas e desemprego elevado.  Richmond High School tinha uma taxa de graduação de apenas 50%.

Quando assumiu como técnico, Carter estabeleceu a condição de ter o controle total sobre o programa de basquete. Carter impõe regras aos alunos, impedindo-os de participar dos jogos caso não aceitam o acordo, estabelecido em contrato, como, por exemplo, ter boas notas acima da média, frequência nas aulas, respeito aos professores e demais adultos, que deveriam ser chamados por senhor/senhora, o uso de vestuário como camisas e gravatas nos dias em que tivesse jogo.

Além de todas estas regras, Carter se preocupava com a vida dos jogadores fora de quadra, e incentivava os jovens a superarem seus medos e suas fraquezas, o posterior sucesso foi devido ao interesse que ele teve em seus jogadores fora da quadra.  Em 1999, o time perdedor de Richmond tinha acumulado um registro 13 vitórias e foi considerado sua participação no campeonato estadual. Porem vários jogadores não cumpriram os termos do contrato.

O técnico Carter toma uma atitude drástica, trancando as portas do ginásio de Richmond, proibindo os treinos para os membros da equipe oficial incluindo seu filho que se transferiu para o colégio. Nesta fase, os jogadores reagiram, fizeram plantão na biblioteca da escola, onde os professores estavam à espera para auxiliá-los na recuperação do tempo perdido.

Ao longo do tempo, embora os jogadores tenham começado a mostrar mudanças de comportamento e sucessos do time, Carter, fora demitido da escola. Ao se despedir do colégio, Carter vai à quadra, onde encontra os alunos se recusando a continuar sem ele, momento em que um de seus alunos recita um trecho do poema “Nosso medo mais profundo”, que foi também discursado por Mandela.

Neste vídeo você pode assitir um trecho do filme

Trecho do filme Coach Carter: Treino para vida.

Contextualizando o filme com o processo de coaching podemos dizer que o técnico Carter atuou como líder-coach, alguns princípios encontrados no enredo e que nos faz refletir são:

1. Resistência em um aluno é um sinal de falta de rapport do professor. Não existe aluno incompetente, apenas professor com falta de flexibilidade.
Se você é um líder como está o seu nível de flexibilidade para influenciar sua equipe?
Se você é um professor ou de alguma forma tem o papel de ensinar alguém , de 0 a 10, o quanto você está disposto a aumentar o seu nível de rapport para transmitir conhecimento?
2. Se você quer entender, aja. O aprender está no fazer.
Quais conhecimentos você tem colecionado sem colocar em prática?
Quais ações você poderia empreender para de fato experimentar novos resultados?
Reflita sobre suas ultimas atitudes, arrependeu-se por alguma? Qual a lição aprendida?
3.Para ter rapport com outra pessoa, é essencial respeitar seu modelo de mundo. A chave para ensinar e influenciar as pessoas é entrar no seu modelo de mundo. 
Que situações exigem que você se coloque mais no lugar do outro?
Se você tiver mais esta atitude (de se colocar no lugar do outro) o que muda na sua percepção da situação?
Em uma próxima oportunidade o que poderá fazer diferente?
4. As pessoas já possuem os recursos de que precisam ou podem criá-los. A questão é saber como ajudá-las a ter acesso aos recursos, quando adequado.
Quem foi ou ainda é seu maior coach(treinador) de vida?
Qual é a pessoa mais influente na sua vida? Que o ajudou a acessar recursos que nem você imaginava ter? A quem você pode agradecer por te  ajudar a descobrir seus talentos e contribuiu para suas conquistas?

 

E você qual aprendizado teve ao ver o filme?

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